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Educação por Dácio Brito

Dácio Brito é professor da Universidade Estadual de Alagoas, onde exerceu o cargo de reitor, tem graduação em Engenharia Agronômica, especialização em Ciências do Ambiente, especialização em Administração e Supervisão Escolar, mestrado em Agronomia e doutorado em Agronomia.

09/09/2017 09:11:15

INDEPENDÊNCIA

“Caráter ou qualidade de alguém ou daquilo que não se deixa influenciar ao fazer julgamento; isenção, imparcialidade” (michaelis.com.br).

“Estado de não se achar sob domínio ou influência estranha” (dicionárioaurelio.com).

 

O que pensar sobre fatos políticos no Brasil?

 

Escolher um ”lado” e sair metralhando o outro? Se recolher e achar que não está sendo afetado? Entender que tomar atitude não resolverá?  

Entre tantas outras condutas que impregnou muitos brasileiros, que caminho comboiar?

Como é difícil ver pessoas defendendo Aécio, Lula, Temer, Dilma e outras figuras políticas, com argumentos insustentáveis, atos que beiram a insensatez, levando  a aferir ou no mínimo pensar sobre o quão somos cidadãos. Será que é algo típico de um povo que parece ter esquecido o que é independência?! Se é que já tivemos um dia...

O que fazer com a grande maioria dos gestores, legisladores e executivos que estão em Brasília e que inseriram em suas “cartilhas” a corrupção acima de escolas, hospitais, estradas, empregos, dignidade, honestidade e cidadania?

Como pode ter tantas justificativas precárias para desviar a atenção daqueles que mais sofrem, vítimas das quadrilhas instaladas no meio político brasileiro?

Não compreender que a dor de um povo é resultante de desvios históricos de seu patrimônio, alongada desde a Terra Brasilis, realizados pela direita e ou esquerda, parece corroborar com a ideia de que estamos longe de uma formação cidadã, mas sobretudo, com a ideia da necessidade de tomarmos uma atitude urgente, oportuna e sinalizadora para construção de um novo país. 

Se alguns compreendem tudo isso e mesmo assim mantêm atitudes contrárias às necessidades de seus irmãos, defendem cegamente pessoas acusadas, indiciadas, condenadas ou suspeitas, são colaboradores do continuísmo, da formação de nação que maltratará mais ainda seu povo, serão algozes da condenação de seus próprios descendentes.

Sempre defendi uma eleição constituinte, mesmo com as possibilidades de mais um erro dos brasileiros em suas escolhas. Devemos sim eleger pessoas para construir uma nova Carta Magna ou mesmo ajustar a atual para o bem do país, pois, parece ser um bom caminho.

Queremos independência? Então vamos pensar em NOVA CONSTITUINTE, MAIS EDUCAÇÃO DE QUALIDADE E MAIS FORMAÇÃO CIDADÃ.

 

VAMOS LUTAR PELA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.

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